NARRATIVA DO EVENTO

 

Em debate a questão emergencial da laicidade do Estado

Em 21 de janeiro de 2019, no Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, o Fórum de Superação à Intolerância Religiosa de São Paulo promoveu uma discussão, com transmissão ao vivo, sobre a questão emergencial da laicidade do Estado. Foram abordados os cenários do novo governo, que conta com apoio de setores religiosos fundamentalistas, o aumento da representatividade dessa bancada no congresso, e os casos de intolerância religiosa no país.

Usaram da palavra os seguintes palestrantes: Lídia Maria de Lima, teóloga cristã; Mãe Liliana D’Oxum, jornalista e dirigente espiritual da Comunidade Pedra Branca; Sinvaldo Filho, membro da Comissão dos Direitos Humanos da OAB; Nancy Cardoso – pastora metodista, teóloga na Christian Aid e assessora da Comissão Pastoral da Terra e Elisa Lucas Rodrigues, secretária executiva da Igualdade Racial da Secretaria Municipal de Direitos Humanos.

A inspiração do evento e do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa é mãe Gilda, Ialorixá do Terreiro Ilê Axé Abassá de Ogum

Com a participação de mais de 100 pessoas, a realização do evento ficou a cargo do Fórum de Superação à Intolerância Religiosa e da KOINONIA: Presença Ecumênica e Serviço.

Para visualizar a chamada original desse evento. clique aqui

 

KOINONIA: Presença Ecumênica e Serviço

KOINONIA: Presença Ecumênica e Serviço

Portfolio

KOINONIA é uma entidade ecumênica de serviço, composta por pessoas de diferentes tradições religiosas, reunidas em associação civil sem fins lucrativos. Em sua vocação diaconal, se compreende como um ator político do movimento ecumênico e que presta serviços ao movimento social. Se propõe a mobilizar a solidariedade ecumênica e prestar serviços a grupos histórica e culturalmente vulneráveis e aqueles em processo de emancipação social e política. Para isso desenvolve programas de produção do conhecimento, informação e educação, que atuam por meio de redes, em busca de espaços democráticos, que garantem a justiça, os direitos humanos – econômicos, sociais, culturais e ambientais – e a promoção do ecumenismo e do movimento ecumênico e de seus valores libertários em nível nacional e internacional.