Modelo de Atuação

(Frente Dom Paulo)

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Desenvolvimento orgânicoA Frente constituiu-se organicamente, a partir de ativistas que atuam no movimento contra a criminalização dos movimentos sociais, da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo. Por sua iniciativa, lideranças de diversas religiões foram convidadas, visitadas, e participaram dos momentos de concepção e construção, em processo que pode chamar-se de autopoiético (termo da ciência das organizações e dos sistemas vivos).

Concentração de energia para incidência na opinião pública A Frente busca formatar iniciativas que possam aglutinar ações que de outra forma seriam fragmentárias e de alcance apenas local. Nossa estratégia para isso é aproveitar datas nacionais e internacionais. Por exemplo, a iniciativa de celebração dos 50 anos de Martin Luther King, que abrange um período de um mês, com ações concatenadas, em vários locais e na internet, que se reforcem mutuamente de forma gradativa, e gerem uma exposição prolongada, desde o 21 de março (Dia Mundial de Combate à Discriminação Racial), enadpassa pelo 4 de abril (50 anos do assassinato de Martin Luther King), vai até 19 de abril (75 anos do Levante do Gueto de Varsóvia), e se encerram em 24 de abril (ver calendário de datas magnas).

Componentes formaisDe forma orgânica, vem se desenvolvendo um embrião de um conselho interreligioso que validará as iniciativas e programas da Frente, e que desde já a articula com organismos que fazem parte do legado do Diálogo Inter-Religioso, como é o caso do Forum Inter-Religioso da Secretaria da Justiça do Governo do Estado de São Paulo, a própria Arquidiocese de São Paulo e outros grupos, com os quais a Frente visa um fortalecimento contínuo e recíproco. Vem se desenvolvendo também um núcleo executivo, formado inicialmente por ativistas reunidos no movimento contra a criminalização dos movimentos sociais.

Articulações e parcerias com fortalecimento mútuoA Frente já iniciou com articulações com lideranças acadêmicas e da sociedade civil, a exemplo do Coletivo Advogados pela Democracia, do grupo Tortura Nunca Mais, do Movimento Negro Unificado, do Observatório das Violências Policiais e dos Direitos Humanos da PUC-SP, e de outros que se somarão na medida da nossa capacidade de comunicação e articulação.

Frente Dom Paulo

Redação Frente Dom Paulo

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