Campanha de defesa dos indígenas, quilombolas e povos tradicionais.

Publicamos as mais de 36 assinaturas ao texto Genocídios Nunca Mais!, número com forte significado na Cabala (“os Justos”). As assinaturas revelam a ampla diversidade geográfica, geracional e de áreas de atuação, de judeus e judias que abraçam as causas da democracia, da justiça e dos direitos humanos, e da valorização da memória de nosso povo para o benefício de todos os povos e grupos sociais.  

  1. Adriana Albertal, educadora, sócia diretora de Seven Idiomas. São Paulo.
  2. Allen Habert diretor e ex-presidente do Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo, e diretor da CNTU – Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados. São Paulo.
  3. André Liberman, estudante em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco, ativista no movimento LGBT e ex-integrante da KESHET, organização judaica LGBT. Recife
  4. Ari Friedenbach, ex-vereador na Câmara Municipal de São Paulo, atuante na pauta de direitos humanos e segurança pública. São Paulo.
  5. Aron Belinky, professor e pesquisador, especialista em sustentabilidade e responsabilidade social. São Paulo.
  6. Beatriz Gershenson, Professora da PUC-RS na Escola de Humanidades onde ministra disciplinas de Direitos Humanos na Graduação e de Transformações Societárias e Serviço Social na Pós-Graduação, Coordenadora do Grupo de Pesquisas em Ética e Direitos Humanos, Assistente Social aposentada do Poder Judiciário com atuação em Práticas Restaurativas. Porto Alegre-RS.
  7. Benjamin Seroussi, curador, editor e gestor cultural; atualmente coordenador de COINCIDENCIA, programa da Pro Helvetia, Fundação suíça para a cultura, e como diretor executivo da Casa do Povo.
  8. Bernardo Furrer, médico, ambientalista e ativista comunitário. Rio de Janeiro.
  9. Biju Belinky, jornalista LGBT, cobrindo a defesa de direitos de liberdade de expressão e democracia. São Paulo.
  10. Daniela Szwertszarf – escritora, membra do Juprog (Judeus Brasileiros Progressistas), ativista pela J-Amlat (judeus progressistas latinoamericanos), doutoranda em filosofia pela Universidade Federal da Bahia/ Universidade de Boston. Salvador, Bahia
  11. Débora Abramant, psicanalista, Rio de Janeiro.
  12. Denis Plapler, educador, coordenador pedagógico do Projeto Âncora, Cotia
  13. Elvira Strauss, engenheira, terapeuta, professora do Curso Caminho Evolutivo do Século XXI do Instituto Solaris, São Paulo.
  14. Esther Albuquerque, economista, consultora em políticas públicas, Belém-PA
  15. Esther Weitzman. Especialista em Arte e Filosofia (PUC-RJ). Professora de Dança Contemporânea (PUC-RJ) e docente na Licenciatura e Bacharelado da Fac. Angel Vianna e na Licenciatura em Dança da Universidade Cândido Mendes. Aprofundou estudos em Dança com Ivaldo Bertazzo na Escola de Reeducação do Movimento em São Paulo.
  16. Flávio Limoncic, Doutor em História Social (Univ. Federal do Rio de Janeiro, Pós-Doutorado na Univ. Michigan. Professor do Mestrado Profissional em História e do Programa de Pós-Graduação em História da Univ. Federal do Rio de Janeiro, foco em História dos Estados Unidos no século XX. Rio de Janeiro
  17. Geraldo Blay Roizman, cineasta, doutorando na ECA-USP. São Paulo.
  18. Ilan Kruglianskas, professor de criatividade, escritor e consultor em sustentabilidade. São Paulo.
  19. Jean Goldenbaum, musicológo, compositor, pedagogo, e ativista social e político. Professor do Centro Europeu de Música Judaica da Universidade de Música de Hannover, Alemanha.
  20. Jitman Vibranovsky, ator, diretor de teatro e empreendedor cultural, Rio de Janeiro
  21. Jonas Bloch, ator, artista plástico, teme pelo futuro dos verdadeiros donos do Brasil, os índios, que viviam aqui, antes da chegada dos “estrangeiros”. Rio de Janeiro.
  22. Juliana Rapoport Furtado, psiquiatra da infância e da adolescência, trabalhadora do Sistema Único de Saúde, mestranda do programa de Saúde da Criança e do Adolescente da UNICAMP. Campinas-SP.
  23. Karen Worcman, criadora do Museu da Pessoa, museu virtual de histórias de vida, pesquisadora do Diversitas – Núcleo de Estudos das Diversidades, Intolerâncias e Conflitos, da Universidade de São Paulo, e do conselho de ética do Memory Studies Association. Fellow Ashoka. São Paulo
  24. Rabina Kelly Altenburg, movimento Conservative, Connecticut-USA.
  25. Lara Vainer Schucman, pesquisadora e analista de mercado, Florianópolis-SC
  26. Leila Danziger, artista plástica e professora do Departamento de Teoria e História da Arte, Instituto de Artes, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
  27. Leonardo Avritzer, professor doutor em Ciência Política (UFMG), ex-presidente da Associação Brasileira de Ciência Política.
  28. Lídia Rosenberg Aratangy, psicanalista e escritora. São Paulo.
  29. Lúcia Morelenbaum. Musicista. professora de música, ex-clarinetista da Orquestra Sinfônica Brasileira, com apresentações em inúmeros concertos nacionais e internacionais. Rio de Janeiro.
  30. Rabina Luciana Pajecki Lederman, Nova Iorque, EUA.
  31. Malvina Tuttman. Professora da Unirio, foi Presidente do Conselho Estadual de Educação do Estado do Rio de Janeiro e Membro do Conselho Nacional de Educação (2012/2018), Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas -Inep (2011/2012), e Reitora da Unirio (2004/2010).
  32. Marcelo Semiatzh, doutor em ciências pela Universidade de Sâo Paulo, fisioterapeuta, membro do JUPROG – Judeus Brasileiros Progressistas. São Paulo.
  33. Márcio Seligmann-Silva, professor titular de Teoria Literária, Instituto de Estudos da Linguagem, IEL, Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Campinas.
  34. Marcos Cartum, arquiteto, membro do Meretz-Brasil. São Paulo.
  35. Mauro Band, ativista em direitos humanos, presidente da Associação Scholem Aleichem, Rio de Janeiro.
  36. Michael Löwy, diretor-emérito no CNRS – Centro Nacional de Pesquisa Social. Paris, França.
  37. Moysés Aron Pluciennik, empresário e ex-consultor na Booz Allen, ex-presidente da NET. Velejador, é atualmente o Capitão Moysh, na Rádio Vozes, promovendo a contação de histórias infantis.  São Paulo.
  38. Muriel Saragoussi, antropóloga, assessora da deputada federal indígena Joênia Wapichana, Manaus
  39. Noemi Jaffé, escritora. São Paulo.
  40. Nathan Rosenthal, estudante de Direito (UFPE), Recife, ex-secretário nacional do Habonim Dror.
  41. Raquel Rolnik, urbanista e professora titular da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.
  42. Ricardo Goldfeld Szpilman. Maestro, Compositor e Professor do Colégio Pedro II, Rio de Janeiro.
  43. Rita Voss. Antropóloga e professora da UFPE.  
  44. Roberto Berliner, produtor e diretor de cinema e TV, sócio da tvzero. Dirigiu, entre outros, o longa “Nise – o coração da loucura”, “A pessoa é para o que nasce” e a série “Histórias de adoção”. Rio de Janeiro.
  45. Rubens Harry Born, advogado e ambientalista, coordenador interino da ONG 350.org na América Latina, São Paulo.
  46. Sérgio Storch, engenheiro e consultor em organização  e plataformas digitais, fundador da rede JUPROG – Judeus Brasileiros Progressistas, cofundador da Frente Inter-religiosa Dom Paulo Evaristo Arns por Justiça e Paz, membro do secretariado internacional da J-AmLat, de judeus progressistas latinoamericanos.
  47. Silvio Naslauski, membro da sinagoga sefaradi Beit Sion, membro do Movimento Inter-religioso pela Cidadania membro do conselho do grupo de Direitos Humanos Irmã Dolores, Santos-SP
  48. Sílvio Tendler, cineasta e documentarista. Rio de Janeiro.
  49. Sura Berditchevsky, atriz desde o Tablado, em 1970. Formada em jornalismo pela Univ. Federal Fluminense. Participações marcantes em telenovelas como Dancin’ Days, Marron Glacê e Plumas e Paetês. Tem sua própria companhia teatral, e é diretora, produtora e escritora. Rio de Janeiro.
  50. Susane Worcman, produtora cultural. Rio de Janeiro.
  51. Suzanne Jacob Serruya, MD MsC PHD, Diretora do Centro Latinoamericano de Perinatologia – OPS/OMS. Belém-Pará.
  52. Zelic Trajber. Exilado por 10 anos (Chile e Cuba). Médico Saúde indígena, 18 anos no Mato Grosso do Sul.  Funasa – Fundação Nacional de Saúde, e hoje na Secretaria Especial de Saúde Indígena.

Para os signatários: aguardem os próximos passos da campanha anunciada no último parágrafo do texto:

Declaramos aqui nossa determinação de fortalecer os vínculos entre brasileiros, dando a mão aos Povos  Indígenas, quilombolas e outras comunidades ameaçadas, empoderando pela construção, semana a semana, de uma rede de solidariedade e conexão pessoa a pessoa, aldeia por aldeia, família por família, Povo a Povo!”